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sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Filosofia - com Carlos Alberto

O escritor











Carlos Alberto, contribuiu com seu texto para este blog.
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   Consideração, importância dada a alguém; deferência, reverência, apreço. Essa é a definição de respeito mais clássica que nos faz lembrar as palavras ditas por Cristo há quase dois mil anos “Deveis amar ao próximo como a si mesmo” e a conhecida, mas não aplicada, regra Áurea (ou regra de ouro) ditas pelo mesmo Cristo “Tudo que quereis que os homens vos façam, vós deveis fazer do mesmo modo a eles”. Interessante, por que haveria eu de está citando essas palavras? Para despertar certo ar de reflexão entre os que lerão este texto, tanto alunos como professores. 
Ao citar as palavras acima, devo referir-me a condição de reciprocidade que deveria existir atualmente entre os alunos e professores. Conflitos, rispidez, xingamentos, todo tipo de intolerância deveria ser evitada. Pois estamos em um ambiente didático, e por ventura, deve tender para a aprendizagem. Mas não é o que se observa.
Quando falamos em alunos, lembramos logo do papel de estudar, fazer incondicionalmente trabalhos propostos professores, preparar lições e responder avaliações. Certo, essa é obrigação do aluno. Mas a nossa realidade de ensino é outra, principalmente entre os alunos da noite. Os senhores professores sabem muito bem da disposição da maioria dos alunos em relação a essas tarefas. Quando se fala em não ter aula, greve, teste com consulta ou outras coisas relacionada a não ter aula ou facilidade nas avaliações, a maioria aceita isso sem titubear. Isso meus caros professores foram presenciados ou até vividos pelos senhores em sua época escolar ou de faculdade. Como sabemos essas atitudes foram cultivadas pela maioria dos alunos a partir do berço, sim a falta de interesse pelos estudos pela maioria
vem desde a primeira série. E tanto que quando os senhores professores encontram um aluno um pouco mais dedicado, se apegam sem complacência a ele. Isso é um fato.

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